Suspenso

Dentro do ônibus em que eu viajava de volta de algum lugar, lugar qualquer que um dia já foi muito bom... Insatisfeito com algo que por si só não era lá grande coisa, mas ainda assim me era muito... Pois é o significado inerente em cada coisa que marca, em cada toque que recebe, em … Continue lendo Suspenso

Capítulos inteiros

Ainda choro capítulos inteiros de um mesmo livro que sempre deixei por inacabado... Terminar? Embora relutasse... Tentei tentei, mas todavia me era inalcançável e assim ficou... Era como um atolamento sem fim! Pensamentos perplexos que nunca desejaram deixar-me. "Porquê afoguei-me, por quê afogar-me se a suavidade da superfície é tão branda e macia?" Fazia-se noite … Continue lendo Capítulos inteiros

Lonxeloy no mar Báltico, passei por Munique.

Munique, 4 de agosto de 1960. Pelo quarto dia aqui em Munique, me sinto bem. O velho Lonxeloy está ancorado no litoral báltico a quase mil e trezentos quilômetros daqui, juntamente com o comandante que ficou hospedado por lá mesmo, e mais quatro de nossos companheiros. Somos treze no total, sendo três mulheres. Imagino que … Continue lendo Lonxeloy no mar Báltico, passei por Munique.

Choro inocente

Uma criança chora em agudo desespero quando, enquanto brinca de forma alegre e deslembrada no parquinho da cidade, acha-se por inteiro perdido da incumbência amorosa dos olhos de seus pais. Intencional? Areia e vento, rostos estranhos e sem expressão, rangidos metálicos dos balanços, risos ingênuos, luzes ofuscadas de carros que passam ... Na inocente face … Continue lendo Choro inocente