Um pulo pela arte abstrata: As 11 mais famosas do mundo.

Olá meus belos!

Vamos seguir abaixo, com um pouco de arte abstrata. Movimento esse que eclodiu lá pelo começo do século 20, com o grande Wassily Kandinsky que foi professor da grande Bauhaus, como precursor. (o cara era fera!) Até onde sei o primeiro desejo dele era ser músico. Depois passou a investir no setor jurídico, profissionalmente. Mas abandonou, e se dedicou integralmente às artes plásticas. Mas ainda assim, a música em si lhe foi sempre fonte de inspiração forte na composição de suas telas (E que telas!) O abstracionismo, de longe, tem um lugar bem destacado nos meus gostos por quadros. Sinceramente, sou um completo apaixonado pelo estilo, total mesmo. Acho muito engraçado (não é ironia, ninguém é obrigado a gostar) quem diz “desde quando isso aqui é arte? Um emaranhado sem sentido de cores e rabiscos!” Hahaha! É realmente complexo no sentido visionário, e requer uma certa sensibilidade avançada… de alma mesmo sabe? Pois bem, simbora!

1- Amarelo-vermelho-azul, Wassily Kandinsky, 1925.

O uso das cores nesse quadro é algo fantástico, uma variação lindíssima!

2- Número 5, Jackson Pollock, 1948.

A técnica arremessa e pinga! Ok o nome da obra é muito desconexo, vai.

3- Insula dulcamara, Paul Klee, 1938.

Esse cara foi um gênio do tipo que recicla. Essa tela na verdade, foi feita sobre jornal velho com esboço em carvão. Colou sobre estopa e linho, obtendo uma ótima superfície. Possível ver até diversos trechos do jornal, mas não é admirável um negócio desses?! XD

4- Composição com amarelo, azul e vermelho, 1937/1942, Piet Mondriaan.

A data extensa da obra? É que ela começou a ser feita em 1937 e só teve sua devida conclusão em 1942, quando Piet fez o acréscimo das cores primárias e também reposicionou algumas linhas, acrescentou outras. Dar até uma certa ilusão de ótica, reparem.

5- Composição suprematista, Kazimir Malevich.

Dessa não consegui uma data precisa, mas provavelmente tenha sido feito entre 1915 e 1916, época em que surgiu deveras o suprematismo, na Rússia. É interessante a idéia dessa técnica: negar a presença física de todo e qualquer objeto, e o fundo branco, representa o vazio. Buscando a sensação suprema da pureza. Que refinado eim!

6- Pessoa jogando uma pedra no pássaro, Joan Miró, 1926.

O carinha aí da pedra é estranho né? Acho legal aqui, as cores bem básicas da tela. Bem como o repartimento no meio, bem simples. Toda em tinta a óleo.

7- Bottle of rum and newspaper, 1913/1914, Juan Gris.

Gris tem um estilo muito característico em sobrepor cores e texturas. É algo que se diferencia um pouco mais, até por dar uma perspectiva na variação de dimensões ao quadro. Dar um conforto em observar…não acham?!

8- Black in deep red, Mark Rothko, 1957.

Ok, essa é excêntrica. Com essas cores pretas e vermelhas é considerada uma pintura trágica. Aspecto fúnebre também é marcante na obra. Certamente uma das obras de maior sucesso de Rothko. Esses tons variáveis de vermelho dão uma impressão pesada mesmo, né? Atualmente a obra pertence a uma coleção particular, onde foi vendida por nada mais nada menos do que 3 milhões de dólares. (cruzes!) É muita grana envolvida em?!

9- Concetto spaziale, Lúcio Fontana, 1958/1968. “Tagli”

Esse na verdade é só mais um, de uma série de quadros feitos por Lúcio, em Milão na presente data. Convenhamos… Esse cara tem um espírito inovador sem limites. O corte na tela é justamente para dar a sensação de vazio por trás da tela, de infinito, de além. Uau! Ele inicialmente corta com uma lâmina, e fixa com gaze preta para dar o tal efeito. O cara descobriu o buraco na arte! Esse tem minha admiração.

10- Counter composition, 1925, Theo van doesburg.

Essa foi feita em uma lona presa a uma maca de madeira. Cada forma geométrica aqui foi calculadamente disposta, antes de ser passada a tinta. Essas linhas pretas foram feitas com uma caneta especial mesmo. Ela faz parte de uma coleção que preza exatamente isso, as formas diagonais e as cores únicas. O cara ainda foi arquiteto, poeta e escritor. Um artista completo viu!

11- Metaesquema, Hélio Oiticica, 1957/1958.

Essa é uma obra nacional. Sua essência é bem simples, e veio de uma série feita toda em tinta guache sobre um cartão. O fundo traz uma impressão bastante vazia, e os quadros me lembram telas ou espelhos apoiados um ao outro. Segundo Hélio, era uma “obsessiva dissecação do espaço.” Em 2010, um desses foi vendido por 122 mil euros. (Queria eu ter tanta grana para gastar com arte assim haha!)

E é isso meus belos, até mais com mais!

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3 comentários em “Um pulo pela arte abstrata: As 11 mais famosas do mundo.

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